nestas palavras escondo que não esqueço
as facadas e adagas consecutivas,
ecos, gestos e protestos de arremesso.
Deambulando na marca de explosão
como um díodo, dínamo, absorvo
as cicatrizes que não tem contenção
a mascara não cai, por ser um corvo
com sorriso de hiena, sempre opaco
não sou de vingança nem esperança
não sou de vingança nem esperança
tempo urge, eu sobrevivo sem dar cavaco
resido entre a tempestade a a bonança.
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